Feminino e Masculino no mundo Marcial
Embora vejamos o ambiente das artes marciais como tipicamente masculino - e é fácil entender esta relação, já que realmente existem muito mais homens que mulheres nas academias e dojos-, as artes marciais são um ambiente tão feminino quanto masculino. Mitologicamente, temos referências de mulheres no mundo marcial desde a Grécia antiga, onde havia o culto à Atenas como deusa da estratégia em guerra; ao passo que Ares seria o deus da guerr...a selvagem e matança, e juntos dirigiam os gregos à vitória. Temos também as amazonas, exímias guerreiras que figuraram na Grécia antiga e Ásia menor.
Já na cultura viking, formada por grandes guerreiros e navegadores que saíram da Escandinávia (Suécia, Dinamarca e Noruega) e conquistaram territórios em toda Europa e fora dela durante os primeiros séculos da Era Cristã, estudos recentes apontam que as mulheres eram figuras presentes nas embarcações desses conquistadores, e que elas tinham papel semelhante ao dos homens nas batalhas. No período medieval europeu, tivemos uma das guerreiras mais conhecidas do ocidente, Joana d’Arc que, aos 17 anos, liderava todo o exercito francês, e foi uma reconhecida estrategista que marcou presença nos campos de batalha.
No Japão, país referência quando pensamos nas artes marciais e, principalmente, nos valores morais e honra dos guerreiros conhecidos como samurais, poucas pessoas sabem, mas houve mulheres samurais, as onna-bugeishas, elas participavam das batalhas ao lado dos homens, e geralmente lutavam usando naginatas (lanças com uma lâmina curvada na ponta).
Desta forma, podemos observar que o mundo marcial é igualmente masculino e feminino, seja no oriente ou ocidente, essas características se complementam. Em alguns momentos, o combate pode ser mais bruto e direto e, em outros, mais sutil e estratégico. De fato, o desenvolvimento das artes marciais se deu pela necessidade dos mais fracos fisicamente ou menos numerosos vencerem os mais fortes e numerosos, ou seja, foi uma maneira de romper com a conhecida “lei do mais forte”. A estratégia passa a ter mais ênfase que a força física, e por isso que, para as práticas marciais e treinos, o biotipo não é relevante a princípio; na verdade, o importante é reconhecer quais habilidades o sujeito tem mais facilidades ou mais dificuldades, para lapidá-las e usá-las de forma estratégica no seu dia-a-dia.
Não obstante, todos devemos trabalhar com nossas características masculinas e femininas. Os fortes, em alguns momentos, têm de ser mais fracos e os fracos têm de ser mais fortes; os rígidos, mais flexíveis e os flexíveis, mais rígidos. Assim é a comunhão dos opostos, do Yin e do Yang, do masculino e do feminino. Não devemos nos manter em nenhum neles, mas caminhar entre esses pólos.
Abc a todos,
Flavio Fonte: Wikipedia.com.br
http://oglobo.globo.com/…/estudo-sugere-que-mulheres-partic…
http://hypescience.com/10-coisas-que-voce-nao-sabia-sobre-…/
Já na cultura viking, formada por grandes guerreiros e navegadores que saíram da Escandinávia (Suécia, Dinamarca e Noruega) e conquistaram territórios em toda Europa e fora dela durante os primeiros séculos da Era Cristã, estudos recentes apontam que as mulheres eram figuras presentes nas embarcações desses conquistadores, e que elas tinham papel semelhante ao dos homens nas batalhas. No período medieval europeu, tivemos uma das guerreiras mais conhecidas do ocidente, Joana d’Arc que, aos 17 anos, liderava todo o exercito francês, e foi uma reconhecida estrategista que marcou presença nos campos de batalha.
No Japão, país referência quando pensamos nas artes marciais e, principalmente, nos valores morais e honra dos guerreiros conhecidos como samurais, poucas pessoas sabem, mas houve mulheres samurais, as onna-bugeishas, elas participavam das batalhas ao lado dos homens, e geralmente lutavam usando naginatas (lanças com uma lâmina curvada na ponta).
Desta forma, podemos observar que o mundo marcial é igualmente masculino e feminino, seja no oriente ou ocidente, essas características se complementam. Em alguns momentos, o combate pode ser mais bruto e direto e, em outros, mais sutil e estratégico. De fato, o desenvolvimento das artes marciais se deu pela necessidade dos mais fracos fisicamente ou menos numerosos vencerem os mais fortes e numerosos, ou seja, foi uma maneira de romper com a conhecida “lei do mais forte”. A estratégia passa a ter mais ênfase que a força física, e por isso que, para as práticas marciais e treinos, o biotipo não é relevante a princípio; na verdade, o importante é reconhecer quais habilidades o sujeito tem mais facilidades ou mais dificuldades, para lapidá-las e usá-las de forma estratégica no seu dia-a-dia.
Não obstante, todos devemos trabalhar com nossas características masculinas e femininas. Os fortes, em alguns momentos, têm de ser mais fracos e os fracos têm de ser mais fortes; os rígidos, mais flexíveis e os flexíveis, mais rígidos. Assim é a comunhão dos opostos, do Yin e do Yang, do masculino e do feminino. Não devemos nos manter em nenhum neles, mas caminhar entre esses pólos.
Abc a todos,
Flavio Fonte: Wikipedia.com.br
http://oglobo.globo.com/…/estudo-sugere-que-mulheres-partic…
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